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Quem tem bicicleta, vai a Roma e quem não tem, já pode alugar em Copacabana!

Atualmente, um dos maiores consumidores de energia não renovável, sendo responsável por grande parte das emissões de poluentes na atmosfera, é o setor de transportes.
A sociedade moderna, na maioria das vezes, utiliza-se do transporte rodoviário, principalmente do automóvel, na busca por mobilidade. Porém, esta não é a opção mais coerente com o uso racional de energia.
Uma ótima notícia, para quem já se deu conta dos problemas gerados pelo consumo abusivo de energia, excesso de automóveis nas ruas e da grande emissão de poluentes pelos meios de transporte atuais, é que este ano, foi inaugurado em Copacabana, a primeira estação de aluguel de bicicletas do estado do Rio de Janeiro.
Além dos benefícios ao trânsito e ao meio-ambiente, o ciclista, zela pela própria saúde.



Veja diferentes aspectos que podem ser apontados como motivadores à inclusão da opção do uso da bicicleta em um plano estratégico de transportes:
• Em centros urbanos congestionados, a bicicleta pode oferecer rapidez e flexibilidade
nos deslocamentos, especialmente nos horários em que se registram fluxos mais
intensos de veículos nos principais corredores de tráfego;
• Pode garantir ao usuário, maior confiabilidade ao longo do trajeto, uma vez que o
tempo de viagem será primordialmente determinado pelas condições físicas de seu
condutor e da velocidade que este imprimir na viagem realizada;
• Oferece economia em relação a outros modos de transporte motorizados, uma vez que
o custo incorrido mais significativo dessa opção é o de aquisição do veículo;
• Exige pouca manutenção e tem grande durabilidade;
• Outra vantagem comparativa da bicicleta em relação a modos motorizados está
relacionada ao impacto praticamente nulo imposto ao meio ambiente;
• Pode ainda ser considerado um meio de transporte que garante boas condições de
saúde a seus usuários, com destaque para prevenção de problemas circulatórios e de
obesidade.

O Rio não é o único a ter adotado o aluguel de bicicletas, Blumenau, São Paulo, Brasília, entre outros, também já oferecem o serviço.
O intuito principal deste tipo de iniciativa, não é substituir, completamente o uso dos carros (até porque, seria impossível), mas a utilização, das bicicletas, em trajetos curtos, reduzindo a emissão de CO2(dentre outros poluentes).
Faz bem ao corpo, ao meio ambiente, além de reduzir gastos com passagem, que, convenhamos, não está nada barata.

Quem tem bicicleta, vai a Roma!
E quem não tem, já pode alugar!

Fonte de pesquisa:
BICICLETA E A REDUÇÃO DE CONSUMO DE ENERGIA NO SETOR DE
TRANSPORTES
(Mariana Oliveira da Silveira e Ronaldo Balassiano)

Para mais informações sobre como funciona o sistema de aluguel de bicicletas no Rio, acesse:
Mobilicidade - SAMBA(Soluções alternativas para mobilidade por biciletas de aluguel)




(Imagens retiradas de www.zae.com.br/zaerio/sobre.asp)

Do Lixo ao Luxo - sacolas plásticas fundidas.




Já imaginou quanto tempo deve levar para o plastico atingir um estado de decomposição total?
Pois uma sacola jogada hoje (13/11/2009) na rua, provavelmente só será decomposta totalmente, após o ano de 2109, pois são precisos mais de cem anos, para que isso aconteça.
Agora imagine varias sacolas plásticas, sendo jogadas fora, todos os dias, em todo o mundo e tente calcular quando estas deixarão de entupir os esgotos, sujar nossos oceanos, prejudicar fauna, flora; além de sujar a sua cidade.
Essa semana, pesquisando alguns materiais ecológicos, para fazer um trabalho, me deparei com uma ótima solução para todas essa sacolas de mercado que temos em casa e que usamos apenas para forrar as lixeiras ou transportar coisas esporadicamente mas que no fim do dia, na maioria das vezes, sequer lembramos aonde as largamos ou que fim levaram.
Estas sacolas, podem ser fundidas, tornando-se mais resistentes de acordo com a quantidade utilizada e podendo então ser empregadas na confecção de eco-bags, carteiras, capas para almofadas e o que mais a sua criatividade permitir.

Materiais:
-Muitas sacolinhas plásticas
-Tesoura
-Papel pergaminho, papel manteiga ou papel tipo ofício (As folhas devem ser maiores do que o espaço ocupado pelas sacolas.)
-Ferro e um superfície para passar


-Alise bem a sua sacola.


-Corte também as alças da sacolinha. Assim você abre num retângulo um pouco maior.
Repita isso com várias sacolas.


-Alise novamente a sacola e vire do avesso para que o lado com a pintura fique para dentro. Quando a sacola for aquecida, a tinta descola e faz a maior melequeira.


-Os melhores resultados são obtidos usando no mínimo 6 camadas de plástico, então sobreponha pelo menos 3 sacolas. Coloque seu sanduíche de sacolas entre duas folhas de papel pergaminho.


-Passe o ferro por todo o papel em temperatura bem quente. Use movimentos contínuos e não esqueça das bordas. Esse processo não demora. Depois de uns 15 segundos vire cuidadosamente o sanduíche e passe o ferro do outro lado da mesma maneira.


-Levante uma aba do papel pergaminho e veja se o plástico está se fundindo. Se necessário passe o ferro mais um pouco. Deve estar parecendo como uma única folha de plástico, mas cuidado ao tocar pois ainda estará quente.


-Quando estiver tudo colado, retire o papel pergaminho com cuidado. A sua base de trabalho está pronta. Com esse material você pode fazer uma porção de coisas, como eco-bags, carteiras, almofadas, tapetinhos de cozinha, capa para notebook e o que mais quiser.


Caso você tenha uma sacola com algum desenho interessante que você queira preservar, a dica é fazer o sanduíche colocando junto com o desenho sacolas lisas, uma por cima e as outras todas por baixo. Você também pode fundir o material em quadradinhos pequenos dobrando a mesma sacolinha várias vezes, e depois fazer uma espécie de patchwork de plástico. O importante agora é fundir material suficiente para o que você quer criar. A dica da próximo artigo é de como fazer uma sacola tipo eco-bag usando esse material fundido. Passe lá e veja como.

Fonte: Etsy Labs Archive
Colaboração: Vila do Artesão

OBS:
-Vale lembrar que quanto mais camadas, mais resistente ficará no final, podendo variar de uma espécie de lona, à uma superfície mais rígida, como uma placa plástica.

-Para a confecção de bolsas, também é interessante, que as sacolas sejam fundidas lateralmente, antes de acrescentar outra camada, pois formando uma malha maior, você pode optar pelo uso de linha para unir as juntas ou fundi-las com o ferro


-As sobras (alças e fundos das sacolas) podem ser utilizados para fortalecer as juntas de sua eco-bag. (Não vale a pena desperdiçar um material que ainda pode ser utilizado)



SITES UTEIS:
Vila do Artesão
Etsy Labs Archive (Inglês)

De óleo para sabão - Reciclagem e lucro

Você já parou para pensar no destino do óleo de cozinha derramado no ralo da sua cozinha ou o seu efeito no meio ambiente?
Pois é, 1 litro de olho de cozinha que desça pelo ralo da sua casa todo mês é capaz de contaminar 1.000.000 de litros d'água, além de causar problemas ao encanamento.
Uma solução prática e ecológica para isso é a fabricação do sabão caseiro à partir do óleo de cozinha já utilizado. Além disso, para aqueles que preferirem, existem diversas instituições que realizam a coleta desse óleo, basta uma pequena busca na internet para que você descubra uma no seu bairro ou próximo.
Não é que a produção de sabão a partir do óleo reciclado vá salvar o mundo, limpar os rios e oceanos. Porém o reaproveitamento adia um pouco mais o despejo de substâncias no meio-ambiente.
Além disso, o sabão produzido pode ser vendido, gerando lucro a partir de algo que provavelmente seria jogado fora.
(Valor sugerido R$ 2,00 por barra)

Segue abaixo a receita de como se fazer o sabão e um vídeo sobre o preparo e outros links de organizações que realizam coleta de óleo de cozinha utilizado.


Video:


Materiais:
-2 Litros de óleo de cozinha.
-800 ml de água quente.
-80 ml de amaciante de roupas (Opcional).
-400 gramas de soda caustica em escamas.
-Máscara e luvas de proteção ( tanto para dissolver a soda, quanto no preparo do sabão, pois além de altamente corrosiva, a soda caustica exala gases tóxicos.)
-Balde
-Forma (Pode ser um tabuleiro ou algo do gênero.)

Preparo:
-Coar o óleo para retirar qualquer resíduo de fritura.
-Adicione 400 gramas de soda caustica em um balde.
-Em seguida derrame no balde 800 ml de água quente. (é preciso dissolver completamente a soda caustica na água.)
-Com a soda caustica diluída, adicione 2 litros de óleo de cozinha usado.
-Adicione 80 ml de amaciante de roupas.
-Mexa por 40 minutos, para que a mistura fique bem homogênea.
-Despeje a mistura em uma forma, espere endurecer e depois corte em tabletes. (O endurecimento pode levar até 3 dias e deve ser realizado em temperatura ambiente. Portanto, nada de refrigerador!)

OBS:
-Espere 10 dias antes de usar o sabão
-O amaciante é um ingrediente opcional. Não é necessário se o sabão não for utilizado para lavar roupas.


Links:
http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2008/onde-entregar-o-oleo-usado

http://www.coletario.com.br/

Black Pixel Project



Já imaginou se você pudesse ajudar o planeta economizando energia com esforço zero?
E se um pixel pudesse salvar o mundo?
O Green Peace lançou este ano o Black Pixel, projeto que visa a economia de energia para a redução do aquecimento global. Uma iniciativa de apenas alguns pixels, mas que somados, fazem uma grande diferença.
Tudo o que você precisa fazer é acessar o site, fazer o download do arquivo e instalá-lo. O Black Pixel além de não ser pesado, não atrapalha em nada a sua visualização, pois a pesar de não poder ser redimensionado, ele pode ser movido para qualquer parte da tela do seu monitor.
Na página do projeto encontram-se informações sobre compatibilidade ( como o Back Pixel funcionará no seu monitor), explicação sobre a conta feita pelo programa e sobre o projeto em si, além de link para o site oficial do Green Peace.

Baixe essa idéia, instale esse conceito e divulgue esta campanha

Sites:
Black Pixel Project - http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/pt
Green Peace - http://www.greenpeace.org/brasil/energia/

Apresentação




Começo então aqui, não apenas com fins acadêmicos (admitindo, porém, que também possui esta finalidade), mas com o intuito geral de expor algumas idéias sobre fatos comuns ao cotidiano de qualquer pessoa, ainda que nem sempre percebidos ou levados a sério, mas de vital importância nos dias de hoje. Fatos como a sustentabilidade, o eco-design, a reciclagem, ou mesmo economia de energia.
Quando me refiro a algo vital, não me expresso apenas ilustrativamente, mas dou ênfase à um fato, algo literal. Estamos todos cientes, ou pelo menos deveríamos, das condições do planeta. Não é diretamente do clima descontrolado, dos “buracos” na camada de ozônio, ou do desmatamento que venho falar, mas de maneiras efetivas para evitar que tais eventos ganhem maior proporção. São gestos úteis ao lar, à sociedade e por conseqüência ao resto do mundo; são matérias informativas sobre produtos, empresas e serviços, tirando dúvidas e auxiliando-nos no dia-a-dia.

Não é a preservação da natureza que busco em primeiro plano, mas de um futuro.